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Caracterização e tratamento de efluentes: 5 passos para tornar sua empresa ambientalmente correta

Atualizado: 22 de Jun de 2019

Sabemos que a legislação ambiental está cada vez mais exigente assim como a pressão de mercados consumidores reivindicando soluções sustentáveis, por isso as empresas estão aderindo a programas de adequação ambiental.

Neste artigo você verá os principais passos para que a sua empresa esteja dentro das condições adequadas de controle ambiental no tratamento de efluentes.



Por onde começar?



1. Caracterize os efluentes


É essencial conhecer as características dos efluentes que receberão tratamento, visto que cada um apresenta suas próprias propriedades químicas, físicas, biológicas e podem variar de acordo com a origem, matéria-prima e segmento das atividades industriais, já que influencia para os diferentes tipos de tratamento que podem ser adotados até chegar ao descarte final.



2. Faça a analise dos principais contaminantes


Para determinar qual o melhor tratamento dos efluentes gerados no processo de produção é necessário primeiro fazer análises direcionadas ao tratamento dos resíduos contendo matéria orgânica. Estes são considerados os compostos que geram mais poluição quando o descarte é feito nos rios sem tratamento, podendo causar alto impacto no ecossistema pela quantidade excessiva de elementos como carbono, hidrogênio, nitrogênio, enxofre, entre outros. Com isso, ocorre a redução da taxa de fotossíntese nas camadas inferiores da água e diminuição do fornecimento de oxigênio para outros organismos.



3. Invista em técnicas de verificação dos efluentes


Os métodos de verificação mais utilizados são:

(DBO) Demanda Bioquímica de Oxigênio: determina a quantidade de oxigênio necessária para ocorrer a oxidação biológica, ou seja, é a quantidade de oxigênio necessária para estabilizar a matéria orgânica. Quanto menor o nível de DBO, menos poluente é o efluente.

(DQO) Demanda Química de Oxigênio: verifica a quantidade de oxigênio necessária para a oxidação química da matéria orgânica e também de compostos inorgânicos, ou seja, mede a taxa de poluição do efluente.


4. Conheça outros parâmetros


Ainda que o DBO e DQO sejam os métodos mais utilizados na medição da qualidade do efluente, outros parâmetros devem ser analisados como os Sólidos Totais, que determina como os sólidos se encontram e a concentração de sólido presente na amostra, temperatura, PH, e presença de resíduos com compostos tóxicos.



5. Adeque-se a mudanças


Com base nos passos anteriores e os danos que o tratamento inadequado dos efluentes pode gerar, destaca-se a importância da caracterização dos efluentes industriais. Inspirado nessas condições a EEL JÚNIOR oferece serviços de consultoria voltados a trazer soluções para promover o tratamento correto dos efluentes industriais, a fim de auxiliar para que as empresas consigam se desenvolver de maneira sustentável e de acordo com as legislações.

Conte com a gente para tornar o seu empreendimento mais sustentável!



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(11) 94788-9510

Estrada Municipal do Campinho, s/n°  

Lorena/SP

Escola de Engenharia de Lorena - USP

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